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1968 - Inauguração com um Portugal-Brasil (0-2)

22 Mai 2006

As selecções nacionais "A" de futebol de Portugal e do Brasil, embora desprovidas das suas duas mais cintilantes estrelas, Eusébio e Pelé, foram as que protagonizaram o capítulo mais importante da cerimónia da inauguração do estádio Salazar que também contou com outras manifestações de índole cultural e desportiva.

Na história, era o décimo jogo entre as duas selecções, desde 1956, ano da realização do primeiro confronto ganho (1-0) pelos brasileiros, e o primeiro depois da fase final do Campeonato do Mundo da Inglaterra em 1966 , no qual Portugal, ao vencer por 3-1, ganhou a embalagem que o levou para a sua melhor classificação de sempre na prova, o 3° lugar.

A vitória (2-0), em Lourenço Marques, era a sétima do Brasil nos confrontos com Portugal, que apenas ganhara dois e empatara um. Os golos da equipa brasileira, que seria a base para a selecção que dois anos mais tarde, em 1970, se consagraria tri-campeã mundial no México, foram marcados por Rivelino (11’) e Jair (44’). Saliente-se que José Augusto, numa altura em que ainda não havia qualquer golo, desperdiçou uma grande penalidade assinalada contra o Brasil.

Sob a arbitragem do espanhol Adolfo Bueno, as duas equipas alinharam com as seguinte constituições:

Brasil - Félix, Carlos Alberto (cap), Bríto, Joel e Rildo; Gerson e Rivelino; Natal, Jair, Tostão e Edú.

Portugal - Américo; Cruz, Armando Manhiça, José Carlos e Hilário; Pavão, Coluna (cap) e Jaime Graça; Pedras, José Augusto e Peres.

Jogaram ainda para Portugal, Artur Jorge e Simões.

Curiosamente, tanto na altura da projecção como na de construção do estádio Salazar nunca foram revelados, publicamente, ou nós não conseguimos apurar nas nossas investigações, os fundos aplicados, quer os desembolsados institucionalmente, quer os resultantes das iniciativas e das contribuições em dinheiro dos trabalhadores ferroportuários.

O único montante que conseguimos apurar neste processo foi o relacionado com a bilheteira para a cerimónia da inauguração. Esta rendeu um pouco mais de cinco mil contos, até aí uma das maiores receitas de todos os tempos em recintos desportivos dos territórios administrados pelos portugueses, incluindo o chamado Portugal continental.


 

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