Em todas as versões dos seus estatutos que circularam ao longo dos anos, o CFVM nunca deixou de assumir a necessidade de se apetrechar de instalações, de materiais e de artigos indispensáveis ao mínimo satisfatório à eficiência da sua actividade desportiva.
Para a prossecução deste objectivo, a própria administração da empresa CFM assumia integralmente o subsídio das actividades e da edificação de todas as infra-estruturas, na medida do valor que representasse em cada momento e em cada local, a intervenção do clube.
Foi assim que, um pouco por todo o território moçambicano, foram edificadas inúmeras infraestruturas, sobretudo as desportivas, nomeadamente, sedes sociais, estádios e campos de futebol, pavilhões gimnodesportivos, piscinas e muitas outras, merecendo especial destaque as edificadas nas cidades de Lourenço Marques, da Beira, de Nampula, de Quelimane, de Nacala-Porto, de Xai-Xai e de Inhambane, as principais sedes do CFVM que entretanto mantinha várias delegações de norte a sul de Moçambique.